28 de junho de 2013

Sessão Pipoca DCSL

Convite: Sessão Pipoca DCSL - exibição de filme com debate

Profª. responsável: Rachel Duarte Abdala

Datas: 27 e 28/06
Horário: 19h
Local: sala 211

Programação: 
Dia 27/06 - quinta-feira
Filme: Germinal - adaptação do livro de Emile Zola - escritor do naturalismo francês.

dia 28/06 - sexta-feira
Filme: O clube do imperador


Contamos com sua presença! 


25 de junho de 2013

Prezados alunos, docentes e comunidade acadêmica geral:
 
O Programa de Pós-Graduação em História da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da Universidade Federal de São Paulo, por meio do Edital Nº 03/2013, torna pública a abertura das inscrições, no período de 17.06 a 29.07.2013, para o processo de seleção ao Curso de Mestrado em História para a turma 2014.

O Mestrado em História articula-se em torno da área de concentração História e Historiografia. As Linhas de Pesquisa que integram o programa, em consonância com as tendências historiográficas atuais, aproximam-se pela ênfase nos fenômenos ligados ao poder e à política, mas se distinguem pelos enfoques específicos a partir dos quais abordam a matéria histórica.

Serão duas Linhas de Pesquisa:
 
1) Poder, Cultura e Saberes
 
2) Instituições, Vida Material e Conflito
 
 

 

21 de junho de 2013

Professora Bertha Becker publica livro sobre a Amazônia
  

A autora reexamina a história das origens das cidades amazônicas à luz das teorias de Jane Jacobs e de Peter Taylor
 
     Professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenadora do Laboratório de Gestão do Território da instituição, a Acadêmica Bertha Becker irá lançar - no dia 18 de junho, das 16h30 às 19h30 - o livro "A Urbe Amazônida", seu mais novo projeto. O encontro será realizado no bairro de Copacabana, em sua própria residência, no Rio de Janeiro. Para saber mais do que se trata a publicação, leia abaixo um pequeno resumo extraído do blog "De Bertha Becker: Obras, Pensamentos e Reflexões":

"Por que os núcleos urbanos, tão intrínsecos ao processo de sua colonização, não promoveram o desenvolvimento da Amazônia? A autora reexamina a história das origens das cidades amazônicas à luz das teorias de Jane Jacobs sobre as cidades como motores do crescimento econômico, e de Peter Taylor com respeito às relações entre cidades e destas com os lugares centrais.

A história da Amazônia revela que a região ficou à margem do Estado brasileiro, na dependência das demandas das metrópoles e países estrangeiros, passando por curtos períodos de crescimento seguidos de longos intervalos de estagnação. Se em tempos coloniais a apropriação do espaço amazônico pelos europeus seguiu diferentes modelos - catequização por missionários portugueses e espanhóis; fundação de aldeamentos para exportação de drogas do sertão colhidas por indígenas, seguida de intensificação do comércio e urbanização (Portugal); conquista da terra e busca obsessiva por ouro (Espanha); fundação de colônias agrícolas e cooperação com grupos indígenas (Holanda) - em épocas contemporâneas o Estado brasileiro favoreceu a expansão da fronteira agrícola do Sudeste para ocupar a Amazônia, que ocorreu com a formação contemporânea de uma fronteira urbana de imigrantes. Por sinal, o Estado brasileiro historicamente têm-se caracterizado pela implementação de uma geopolítica de controle territorial da Região Amazônica, criando novas instituições administrativas (vilas, cidades, capitais) sem fomentar o avanço social.

O trabalho novo na acepção de Jacobs, fundamento do dinamismo urbano e da expansão econômica, emergiu na Amazônia do trabalho velho representado pelo conhecimento e experiência tradicionais dos povos indígenas, conforme adaptado pelos europeus. Consistia numa combinação de novas maneiras de apropriação da terra, de gerenciamento e logística do escoamento dos fluxos exportadores da droga do sertão: a novidade não estava no produto, mas na sua escala de exploração, instituindo-se novas divisões sociais (escravos, imigrantes rurais) sem progressos distributivos. Entretanto, os vários surtos econômicos que ocorreram nos principais núcleos da região não resultaram em dinamismo urbano ou de expansão porque não conduziram à mudança de conteúdo, estrutura ou complexidade da economia.

Da mesma forma, as redes de cidades que definiriam um fluxo comercial que expandisse a economia regional através de uma substituição de importações não funcionaram na Amazônia porque ocorreu uma relação de subordinação hierárquica às demandas externas das metrópoles mundiais. O capitalismo industrial, que determina a expansão ou retração de determinados produtos e áreas, estimulou surtos súbitos e abruptamente interrompidos que não permitiram a consolidação do crescimento efêmero gerado: ocorreu, por exemplo, com a borracha, a juta, o pau-rosa e a extração mineral. Também contribuíram para a debilidade da economia regional um mercado doméstico fraco e a perpetuação de desigualdades causada pela ausência de políticas públicas que promovessem justiça social.

As poucas cidades dinâmicas da Amazônia devem essa condição ao comércio associado à circulação, aos recursos e a privilégios políticos, e se destacam pela criação de trabalho novo industrial (Manaus), legado de um ou vários surtos (Rio Branco, Manaus, Santarém e Belém), geopolítica estatal (Rio Branco, Imperatriz), indústria cultural (Belém, Parintins) ou estimulo resultante da criação de universidades (Santarém). Em núcleos pequenos e numerosos, a cultura e o saber indígena e caboclo e os grupos camponeses que trabalham na floresta com produtos não madeireiros, formam um contingente diferenciado e resistente, de características próprias. Mas a região ainda se ressente da falta de cadeias produtivas completas que estruturem e integrem os setores de produção, havendo o predomínio da economia informal e grande dependência do Estado brasileiro.

É urgente um novo padrão de desenvolvimento regional, capaz de melhorar as condições de vida das populações da Amazônia e superar as ameaças à sua sustentabilidade. O aproveitamento da biodiversidade frente às crises energética, climática e econômica releva a importância da floresta. Constituem novas e promissoras estratégias o mercado de carbono e outras medidas preservacionistas centradas em biomas, a atribuição de valor econômico compatível com commodities à floresta em pé, o reconhecimento do zoneamento natural dos tipos de vegetação, a recuperação das cidades como nós logísticos das redes e a criação de cadeias produtivas completas."


(Noticias da ABC com adaptações)
INVESTIGAÇÕES LEITURA CRÍTICA


     "A nossa intenção é construir cenários e tendências a respeito das práticas de leitura dentro da esfera educacional. Por favor, dê um tempinho e ajude-nos nessa caminhada. Os resultados poderão servir como ponto de partida para investigações mais sofisticadas em cursos de pós-graduação e centros de pesquisa."


Acesse o portal aqui.

Responda a enquete

Participe da pesquisa


FÓRUM LEITURA CRÍTICA

Espaço de informação, discussões e debates. Já somos mais de 300 nesta comunidade. Fique por dentro das novidades, faça novos amigos, leia textos que valem a pena. Basta registrar-se para participar.


PARTICIPE DO FÓRUM!


QUIZZ DO BIMESTRE

Responda algumas perguntas a respeito da última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. E confira os seus resultados on line. Brincando se aprende também!


Clique aqui para acessar.


19 de junho de 2013

O nosso departamento ontem e hoje



     O prédio do Departamento de Ciências Sociais e Letras (DCSL) da UNITAU foi construído em 1895, inicialmente, para sediar a Academia Artística e Literária de Taubaté. Ao longo do tempo, sofreu alterações e ampliações, sempre abrigando atividades relacionadas ao ensino e à cultura, até que, no ano de 1957, o prédio, em estilo neoclássico, foi ocupado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Taubaté. Em 1976, passou a ser denominado Departamento de Ciências Sociais e Letras. 

Fachada do DCSL antigamente.



     A criação desses departamentos foi resultado da mobilização da sociedade taubateana pela criação do Ensino Superior no município. Assim, o então presidente da República, Juscelino Kubitschek, assinou o decreto que autorizava a instalação dos cursos de História, Pedagogia, Letras Neolatinas e Anglo-Germânicas, na futura Universidade, que foi a primeira manifestação de Ensino Superior do Vale do Paraíba.

Fachada do DCSL atualmente.

     O DCSL abriga os cursos de História, Letras e Geografia e é referência no cenário educacional brasileiro por suas realizações e por sua história, que se confunde com a do município de Taubaté. Atualmente, abriga, também, o Departamento de Serviço Social.

Vestibular de Inverno - Unitau 2013



As inscrições para o Vestibular para o segundo semestre na Unitau, serão encerradas em breve! Corra e garanta sua vaga.



17 de junho de 2013


CONVITE


Exposição de telas: “Filhos da Eternidade”
de Tainá Lima,
Piano, violino e poesias


Data: 05 de julho de 2013, sexta feira, às 19h.

Local: Solar da Viscondessa – Rua XV de Novembro, 996 – Centro, Taubaté. (esquina com a Rua Barão da Pedra Negra)